Repórter Sérgio Sardinha apresenta nova versão para o caso da tentativa de arrombamento da tornozeleira eletrônica

O repórter Sérgio Sardinha, da Barata Press, apresentou uma nova versão para a tentativa de violar a tornozeleira eletrônica supostamente perpetrada pelo ex-presidente e agora réu Jair Bolsonaro.
Segundo o repórter Sardinha, a saga da tornozeleira rebelde se deu numa tarde ensolarada quando Bolsonaro, munido de um alicate rosa-choque e um manual de instruções da Estrela (aquele de montar carrinho de plástico), decidiu que a tornozeleira eletrônica não era um acessório digno de sua elegância tropical.
— “Isso aqui não combina com minha calça jeans rasgada e chinelo Rider. Vou dar um jeitinho brasileiro!” — proclamou, enquanto ligava um ventilador de teto portátil para dar dramaticidade à cena.
A tornozeleira, porém, não era qualquer tornozeleira. Era um artefato místico, forjado nos confins da burocracia, capaz de emitir alertas sonoros em forma de pagode sempre que alguém tentava violá-la. Assim que Bolsonaro encostou o alicate, começou a tocar “A barata da vizinha tá na minha cama…” em loop infinito.
Desesperado, ele tentou disfarçar: colocou a tornozeleira dentro de uma melancia, achando que o sinal seria bloqueado pela fruta. Mas o dispositivo, esperto, transformou a melancia em uma rádio comunitária que transmitia 24 horas uns sambas feitos em Inteligência Artificial e assinados por diversos “compositores”.
No auge do caos, Bolsonaro resolveu negociar com a tornozeleira:
— “Se você me deixar livre, eu prometo te dar uma vaga no Ministério da Pesca no meu segundo mandato.”
A tornozeleira respondeu piscando em código Morse: “Prefiro ser influencer no TikTok.”



