Pum interrompe sessão na Câmara de Bayeux (PB)

Na Câmara de Bayeux, o clima político já era tenso, mas ninguém esperava que a tensão viesse acompanhada de metano. Ontem à noite (19), um pum estratégico interrompeu a sessão, deixando vereadores e assessores em estado de evacuação — literalmente.
Segundo a vereadora Eloá Felinto, não se tratou de um acidente orgânico, mas sim de um ato premeditado: um “atentado olfativo” para silenciar seu pronunciamento. A explosão gasosa, altamente putrefata, foi tão impactante que alguns parlamentares cogitaram incluir no regimento interno a “cláusula da ventilação obrigatória”.
Testemunhas relatam que o som foi discreto, mas o efeito devastador. “Parecia uma bomba química em miniatura”, disse um assessor, abanando a pasta como se fosse ventilador. Já outro vereador, mais filosófico, comentou: “A política é cheia de ventos contrários, mas esse foi pessoal demais.”
O autor do pum não foi identificado, e a vereadora Eloá desconfia que seria um agente secreto da prefeita Taciana Leitão, uma espécie de “homem bomba” de flatulência terrorista.
O episódio entra para a história como o primeiro caso de suspensão de sessão por arma biológica caseira. E fica a lição: em Bayeux, quem controla o microfone pode até ser interrompido, mas quem controla o intestino, esse sim tem poder de veto absoluto.



