Em Olinda, coveiros entram em greve e prefeitura proíbe mortes até segunda ordem
A cidade amanheceu em clima de confusão e gargalhadas: os coveiros decidiram entrar em greve exigindo melhores condições de trabalho. A prefeitura, sem saber o que fazer com os defuntos acumulando na fila, tomou uma medida inédita — proibiu oficialmente as mortes até segunda ordem.
Decreto Municipal nº 001/“Não Morra”
• Fica terminantemente proibido bater as botas, esticar as canelas ou “ir dessa para melhor”.
• Quem insistir em morrer será multado por desobediência civil e obrigado a ressuscitar imediatamente.
• Hospitais receberam ordens para suspender qualquer óbito: médicos agora dão alta com a frase “volte amanhã, se ainda quiser morrer”.
Um senhor de 97 anos reclamou: “Eu já estava pronto, malas feitas, passagem comprada… agora tenho que esperar a greve acabar.”
A juventude comemorou: “Finalmente um decreto que garante vida eterna, pelo menos até segunda-feira.”
Resumo: A cidade vive um paradoxo cômico — ninguém pode morrer, mas todo mundo continua vivo contra a própria vontade. A greve segue firme, e a prefeitura promete negociar com os coveiros antes que a eternidade vire rotina.



