Executivo do tráfico foi executado e Governador do Rio se diz “profundamente consternado”

Um executivo de uma fintech ligada ao tráfico de drogas teve o baralho “executado” quando jogava seu pôquer com os comparsas em apartamento de luxo no Alto Leblon, bairro nobre da Zona Sul do Rio de Janeiro, conhecido por ser o mais caro do Brasil e por sua tranquilidade e elegância.

Executar” no jogo de baralho se refere a embaralhar as cartas para iniciar um jogo, realizar uma jogada (como formar uma sequência ou trinca), ou executar um método de baralhamento para ter um jogo justo. Ao executar o baralho, os parceiros trapacearam e prejudicaram o empresário, conhecido por suas habilidades em ações como sonegação de impostos, lavagem de dinheiro, exploração de trabalho análogo à escravidão, tráfico de drogas, entre outros.

Em pronunciamento, Cláudio Castro se disse “profundamente consternado” com a situação, e ofereceu ajuda ao executivo afetado. “Antes de tudo, gostaria de me solidarizar com esse empresário, porque não se pode melindrar alguém que é tão importante”, declarou o Governador.

Em tempo: o nome desse executivo não é Doca.

 

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