Biriteiros fazem desafio de roleta russa com metanol

Casos de intoxicação por metanol geram pânico, boataria e teorias conspiratórias. “Enquanto não soubermos de onde vem o perigo, convém ficar na cerveja e no vinho”, aconselha o consumidor Bené da Cloroquina, da cidade de Bayeux (PB).

O ébrio intelectual Quelyno Souza, de João Pessoa (PB), observou que o poeta russo Maiakóvski, se vivesse no Brasil atual, certamente modificaria sua frase: “É melhor morrer de vodca do quê de tédio”.  Aqui se morre de vodca, uísque, cachaça ou qualquer outro destilado que pode estar envenenado por metanol.

O Presidente Lula, como ex-saboreador do álcool, está tomando as providências, comprando 150 mil antídotos contra intoxicação por metanol para tratar os cachaceiros contaminados. “O Ministério da Saúde aconselha: ao beber sua pinga, peça para o barman provar antes”.

A nova modalidade de brincadeira em mesa de bar é a roleta russa do metanol. Os amigos pedem várias doses de bebidas destiladas suspeitas e boa sorte.

 

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